Pular para o conteúdo
Conforto visual · Ajuste a leitura ao seu ritmo
Fanuel C. GlanzmannBiblioteca · Psicólogo
Leitura gratuita

Feridas emocionais

Marcas antigas que ainda falam alto no presente

1Entender

O que chamamos de ferida emocional

Ao longo da vida, especialmente na infância e adolescência, passamos por experiências que deixam marcas: sentir-se rejeitado, abandonado, humilhado, traído ou tratado com injustiça. Quando essas experiências se repetem ou não são acolhidas, elas formam uma sensibilidade que acompanha a pessoa por anos.

Na Terapia do Esquema, essas marcas são entendidas como necessidades emocionais básicas que não foram suficientemente atendidas: segurança, afeto, autonomia, limites e espaço para ser espontâneo.

Como a ferida aparece hoje

Uma crítica leve parece um ataque. Um atraso do parceiro parece abandono. Um elogio desperta desconfiança. A reação costuma ser maior do que a situação, porque ela não responde só ao presente, mas também à história.

Algumas pessoas tentam se proteger evitando vínculos; outras se rendem e aceitam pouco; outras contra-atacam. São tentativas de proteção que, com o tempo, mantêm a dor.

Cuidar sem reabrir à força

Reconhecer o gatilho: “essa reação é maior que a situação; algo antigo foi tocado”.

Separar ontem de hoje: “naquela época eu não tinha recursos; hoje tenho mais”.

Oferecer a si o que faltou: acolhimento, validação, limites, cuidado.

Escolher relações reparadoras: pessoas que respeitam, mostram consistência e acolhem.

Fazer esse trabalho acompanhado: feridas profundas merecem espaço terapêutico seguro.

Etapas 2 a 5: praticar, ouvir, refletir e manter

Ontem ou hoje?

Para usar quando uma reação parecer desproporcional à situação.

Áudio guiado: O lugar seguro (4 min)

12 cartas de reflexão

Que situações costumam me atingir mais do que deveriam?
Que necessidade minha talvez não tenha sido atendida no passado?
Como eu me protejo quando me sinto ferido?

Plano de manutenção

Sinais de alerta e o que fazer.

Continue a trilha na área de membros

Disponível para pacientes e assinantes da Biblioteca Psi Fanuel.

EntrarQuero acesso

← Todas as trilhas

Falar no WhatsApp